Sou a mulher de outono e com
ele comparo-me a uma árvore que se desnuda em toda sua plenitude.
Deixo
para trás todas as velhas e secas folhas que brotam ao longo das estações para
dar lugar a brotos verdes e brilhantes.
Minha
raiz não é profunda mais sou resistente quando arrancada da terra.Sobrevivo ao
sol escaldante e delicio com as gotas da chuva.
Quando
jovem dei flores e frutos.
Agora
os frutos espalham suas sementes e vejo nascer novas mudas.Sou a árvores de
outono que vê o tempo passar.Sou a árvore do tempo passando por estações.
Espero
chegar ao inverno com meu tronco firme.
Que as perversas marcas do tempo não deixe tantas marcas em mim.
Não darei mais flores nem
frutos,mais espero dar uma sombra para que as mudas ao meu redor venham brotar.
CÉLIA 21/03/2010
ele comparo-me a uma árvore que se desnuda em toda sua plenitude.
Deixo
para trás todas as velhas e secas folhas que brotam ao longo das estações para
dar lugar a brotos verdes e brilhantes.
Minha
raiz não é profunda mais sou resistente quando arrancada da terra.Sobrevivo ao
sol escaldante e delicio com as gotas da chuva.
Quando
jovem dei flores e frutos.
Agora
os frutos espalham suas sementes e vejo nascer novas mudas.Sou a árvores de
outono que vê o tempo passar.Sou a árvore do tempo passando por estações.
Espero
chegar ao inverno com meu tronco firme.
Que as perversas marcas do tempo não deixe tantas marcas em mim.
Não darei mais flores nem
frutos,mais espero dar uma sombra para que as mudas ao meu redor venham brotar.
CÉLIA 21/03/2010
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